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Como não podia deixar de ser…Ano Novo, novos desafios

Ano novo, vida nova, já se dizia no tempo da minha avó e continua-se a pensar que sim, que é verdade, que o ano novo, para quem não está satisfeito com o velho, trará coisa boas, felicidade, saúde, sucesso, alegria, enfim uma panóplia de positivismo.

E se assim não fosse, não se faria do dia 31 de Dezembro para o dia 1 de Janeiro a festa que se faz, o convívio, os votos de boas entradas, os eventos organizados pelo Algarve fora, o dinheirinho a sair do bolso de uns e a entrar no de outros…é um gasta/recebe interminável. Neste ano de 2004, que se perspectiva bastante favorável para o turismo da região não só pela forte aposta feita na publicidade/divulgação do turismo em Portugal como pela passagem do campeonato Europeu de futebol - Euro 2004, é necessário que se mantenha um "clima" de passagem de ano, que haja festas, diversão, animação, principalmente no período em que se espera mais visitantes. Este ano vai ser com certeza especial…vamos ter muitos visitantes, alguns que já conhecem o país, outros que não, e todos juntos contribuirão para a economia do país e da nossa região, claro. Um desafio para todos os que, directa ou indirectamente, vão contribuir para a imagem que vai passar lá para fora. Comportamentos que prejudiquem a relação com a massa de adeptos que por aí vem são reprováveis e devem ser evitados.

No Algarve, em relação ao campeonato de futebol, não vão ser os poucos jogos que se realizarão na região que vão trazer visitantes, mas sim a oferta de hospedagem, conforto e a possibilidade de gozar umas férias num lugar que lhes permita assistir aos jogos sem grande perda de tempo em deslocações. As vias de comunicação que ligam o Algarve ao resto do país vão ser fundamentais, e felizmente já existem.

Muito se reclama em relação ás vias de comunicação, mas na verdade o cenário não é assim tão mau…já se vai de uma ponta à outra do Algarve por uma via rápida, já se faz uma viagem a Lisboa em 2 horas e pouco e de Lisboa ao Porto é um pulinho. Isto para mostrar o quão favorável poderão ser essas mal faladas vias de comunicação: imaginemos um grupo de amigos que segue atentamente a selecção do seu país e que ao mesmo tempo gostaria de passar uns dias de férias num sítio agradável. Podem fazê-lo no Algarve, se por exemplo, pretendem assistir a jogos que se realizem em Lisboa, Coimbra ou até mesmo no norte do país. Em duas horas ou três horas estão no estádio (se for o caso de Lisboa e arredores…!), o espectáculo do jogo ocupa-lhes duas ou três horas, gastam uns dinheirinhos, e regressam no mesmo dia. Na manhã seguinte acordam com calor e lá vão eles para as praias e para a diversão que os espera, e que têm que aproveitar ao máximo. Agora multipliquemos este cenário pelo número de pessoas que supomos poderem optar por ele…já mexe com a economia da região! E é disso que precisamos, de agitar o nosso espaço.

Neste ano de 2004, é imprescindível que se crie um bom ambiente, uma região hospitaleira que servirá de cartão de visita para a Europa e para o mundo, um sítio recomendável. É importante que a simpatia de todos os Algarvios esteja ao rubro - não se pode passar uma má imagem, seja num café, num restaurante, ou mesmo num Hospital ou numa esquadra da polícia. Vamos ser postos à prova, testar a nossa capacidade e qualidade em receber uma afluência anormal de europeus - potenciais clientes do turismo algarvio - e para isso temos que actuar sempre, com o objectivo de que este ano se alcançará o sucesso no Algarve.

Um bom ano para todos!

Alexandra Paradinha
Licenciada em Gestão de Empresas
Jornal "Região-Sul" 07.01.2004

Jornal 'Região Sul'

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